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+++ REALIDADES na Matilha Cultural!

primeiro tempo do lançamento de As aventuras de cavaloDada em + realidades q canais de TV ::: dia 01/05/14 na MATILHA CULTURAL ::: registro gentil do fotógrafo Bruno Cucio, a quem totalmente agradeço ::: gratidão TOTAL tb a quem saiu & ñ saiu na foto ::: estão todos aqui comigo guardados e ::: como dizia o velho bruxo ::: O Q AMAS DE VERDADE PERMANECE :::

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Apokalypse Nau

Apokalypse Nau é um vídeo experimental construído a partir das tensões vividas por todos no Maranhão de hoje, fruto da colaboração entre a cineasta Nayra Albuquerque e o poeta Reuben da Cunha Rocha. Explorando texturas, símbolos colhidos na paisagem cotidiana de São Luís e registros de acontecimentos recentes com forte ressonância coletiva, o trabalho se costura em imagens de sonho e destruição, morte e renascimento, uma canção para flauta, martelo e reviravolta. A maré que avança para engolir a ilha, os condomínios de reforçadas muralhas e impossível luxo, e a violência, verdadeira governante do estado, são signos que ecoam o fim lendário da cidade, e parecem testar os limites da capacidade de re-existir no seio da barbárie. Entre o caos destrutor e o caos criador, o vídeo evoca a dança ancestral das energias míticas, desejando abrir espaço para a imaginação de modo que o presente, este agora, seja só uma corda esticada na direção do sem nome.

imagens + montagem + mixagem de texto
::: Nayra Albuquerque

texto + voz + trilha sonora + imagens
::: cavaloDada vulgo Reuben Da Cunha Rocha

livro à venda

As aventuras de cavaloDada em + realidades q canais de TV pode ser comprado na loja da Pitomba! ::: diversão p/ toda a família!

e como explica a contracapa :::

“existem + realidades q canais de tv, ouvi certa vez d1 pajé, e c/ isso na mente atravessei espaços, costurei os lances toques receitas notas relatórios projetos de lei sinais de fumaça testes caseiros truques e pixações deste relato, frutos coloridos da imaginação ao ar livre, experiências no espaço sideral interior ou no peito aberto das ruas, e as pernas sempre ventiladas da perambulação vagabunda por aí”